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Como um atacadista distribuidor pode se preparar para um panorama econômico desfavorável

panorama-economicoA desaceleração da economia brasileira durante o ano passado tem preocupado consumidores e empresas de todos os setores. O panorama econômico para 2015 também não é promissor. Diante desse cenário, a aposta da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad) é de que o crescimento mínimo no setor de atacado no Brasil será de cerca de 2% ao longo de 2015. Para se ter uma ideia, no acumulado de 2014, a expansão dos atacadistas distribuidores foi de somente 0,58% em relação ao ano anterior.

Para driblar esta crise, separamos algumas dicas e caminhos que os atacadistas distribuidores podem seguir. São eles:

Comércio eletrônico

Na tentativa de driblar a crise, atacadistas e varejistas estão apostando no comércio virtual. Os produtos variam, desde vestuário a acessórios de uso pessoal e eletrônicos. Como já falamos aqui no blog, a logística do e-commerce exige uma operação integrada e otimizada. O distribuidor deve se preparar para esse novo cenário, em que entregas mais rápidas podem definir o nível de competitividade da empresa.

Relacionamento

As estratégias de relacionamento entre atacadistas e pequenos varejistas que levam em conta apenas o preço e esquecem do envolvimento e compromisso entre os agentes da cadeia estão com os dias contados. O caminho que leva a vantagens competitivas e sustentáveis é baseado em relacionamento e parcerias de sucesso com o pequeno varejo.

Investimento em tecnologia

Investir em tecnologia para redução de custos e melhoria dos serviços na cadeia de distribuição deixou de ser apenas uma tendência para se tornar realidade no dia a dia do setor. Gestores de entrega, por exemplo, sabem que acidentes envolvendo o veículo, estradas esburacadas, quedas de barreira que interditam trechos de rodovia, obras e problemas mecânicos podem alterar toda a logística de entrega de uma mercadoria. Em um momento delicado para a economia, entregas atrasadas são fortes motivos para a perda de credibilidade e confiança do cliente. No entanto, se a central sabe do status das entregas, é possível tomar decisões mais assertivas e pensar em alternativas para contornar os imprevistos. Otimização das rotas, monitoramento das entregas, georreferenciamento, relatórios analíticos e gerenciadores de entregas são exemplos de ferramentas que podem tornar uma empresa altamente competitiva, principalmente em meio ao panorama econômico desfavorável.

Mesmo que as expectativas de crescimento no setor não sejam muito boas, as vendas do varejo de vizinhança, de acordo com a Abad, estão entre os principais fatores que irão impulsionar o setor. É nesse segmento que os agentes de distribuição poderão fazer a diferença ao atuarem.

Preparado para enfrentar o panorama econômico deste ano?

Crédito de imagem: geralt

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