internet das coisas no setor atacadista

Já estamos prontos para a internet das coisas no setor atacadista?

internet das coisas no setor atacadistaAo menos aqui no Brasil, infelizmente, o setor atacadista ainda precisa implantar sistemas básicos de gestão antes de pensar em integrar dispositivos. A internet das coisas no setor atacadista será capaz de conectar máquinas e seres humanos e aumentar a produtividade e lucros. Mas antes disso, as empresas precisam cogitar mudar a cultura interna, premissa para adotar a internet das coisas (IoE).

Depois das mudanças internet, é preciso pensar no valor do investimento em TI, que será determinado pelo uso nas áreas de marketing, RH, finanças, vendas, distribuição e outros departamentos. Isso significa que as decisões relacionadas à TI precisam  considerar os requisitos de cada um desses departamentos para que se justifiquem. Políticas corporativas também precisam se ajustar ao modelo de IoE, levando em conta origem das informações, armazenagem, modo de operar etc.

De acordo com relatório da Cisco, a IoE elimina o desperdício e aumenta a eficiência dos processos na cadeia de fornecimento e logística. Isso corresponde a um valor em jogo de US$ 2,7 trilhões, que de acordo com a Cisco, “é o valor de possíveis resultados (maiores receitas e menores custos) que podem ser criados ou que migrarão entre empresas e setores com base em sua capacidade de usar a IoE”.

Mesmo com a necessidade do mercado de adotar soluções de gestão de armazéns, entregas, distribuição etc, já existem alguns exemplos de internet das coisas no setor atacadista. Colaboradores que trabalham no armazém, por exemplo, poderiam usar óculos interativos que se comunicassem com as estantes. Imagine que um endereço no armazém “perceba” a presença de algum operador e então envie um aviso para fazer uma contagem ou verificar uma avaria reportada anteriormente. Isso será a internet das coisas auxiliando a logística e os próprios colaboradores. Em relação à adoção da tecnologia, Nicole Ellison, professora da Universidade de Utah, acredita que à medida que a coleta de dados por tecnologia vestível ficar mais barata e sofisticada, será mais acessível e importante no panorama mundial.

A internet das coisas no setor atacadista será uma oportunidade para fortalecer e ampliar a base de clientes, ganhar vantagem competitiva e aumentar a participação no mercado e os lucros.

Crédito de imagem: Wilgengebroed on Flickr/CC

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