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Verticalização do armazém: quais são as vantagens?

verticalizacao_do_armazemRealizar a verticalização do armazém significa utilizar ao máximo a altura do armazém. Tal forma de organização é vantajosa porque aproveita ao máximo o espaço vertical. Isso pode evitar a necessidade de aquisição de mais espaço ou mesmo otimizar a área de circulação. O objetivo final é a economia de recursos e o acesso mais fácil aos produtos. A verticalização do armazém tem se tornado cada vez mais viável por conta do avanço do maquinário, especialmente das empilhadeiras, que permitem acesso a prateleiras bastante altas, chegando a 30 metros.

Apesar de atualmente ser economicamente mais viável, a verticalização do armazém requer alguns cuidados extras e investimento diferenciado em equipamento, mão-de-obra qualificada e sistemas de controle de estoque mais precisos, como o WMS. Outras características que precisam ser observadas dizem respeito ao produto a ser estocado em si. São elas:

  •         Natureza do produto estocado
  •         Características de segurança
  •         Peso e dimensões

Algumas características do espaço físico também devem ser observadas antes de começar a verticalização do armazém:

  •         Tamanho dos corredores para suportar o maquinário
  •         Tamanho das portas
  •         Tipo e resistência do piso (peso por m²)
  •         Condições de temperatura e umidade

O ideal é que, antes da verticalização do armazém seja feito um estudo aprofundado para antecipar os possíveis gargalos. O investimento inicial poderá ser alto, já que haverá necessidade da compra de novos equipamentos, alterações em infraestrutura e tecnologia, mas as vantagens acabam compensando.
Sua empresa trabalha com a verticalização do armazém? Conte para nós nos comentários.

Crédito da imagem: Ben_Kerckx/cc

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warehouse management system

Perecíveis: como o warehouse management system ajuda a evitar perdas

warehouse management systemCada vez mais empresas têm descoberto os benefícios dos sistemas de gerenciamento de armazéns, o Warehouse Management System (WMS). É através desse tipo de sistema que é possível ter uma visão geral sobre todos os aspectos do estoque, tais como: quantidade, movimentação, localização, etc. O WMS é recomendado para todos os tipos de produtos, mas quando se trata de perecíveis ele se torna essencial. Isso porque o tempo é um fator primordial para evitar perdas. Produtos perecíveis parados são sinal de prejuízo certo.

Qualquer modificação no fluxo de venda e transporte de um produto perecível precisa ser imediatamente identificada e uma nova ação executada. O Warehouse Management System é essencial porque permite uma visão sistêmica e dá a dimensão da urgência de uma nova ação. Caso um pedido de um perecível seja modificado, por exemplo, é necessário reorganizar todas as próximas etapas da distribuição (documentação, carregamento, transporte, entrega, etc.)

Ter um Warehouse Management System também é importante para organizar o recebimento e acondicionamento de novos produtos. Perecíveis possuem condições bastante restritas de armazenagem, por isso exigem cuidados extras como:

  •         Docas exclusivas e especiais (refrigerados)
  •         Prioridade de desembarque
  •         Rápida conferência
  •         Endereço de armazenagem pré-definido
  •         Controle mais rigoroso com a Data de Validade (FEFO)

Outra alternativa para os perecíveis é encaminhar a carga para o destino sem a necessidade de armazená-la, o Cross Docking. Tal agilidade só é possível também se houver um Warehouse Management System já que ele permite programar para que a carga não seja armazenada, a conferência seja rápida e já remetida para o cliente final. Em qualquer tipo de produto isso é interessante, mas para os perecíveis é ainda melhor porque quanto mais rápido é o processo, melhor a qualidade do produto que chega ao consumidor.
Você já teve problemas com cargas perecíveis? Conte-nos sua experiência nos comentários.

Crédito da imagem: Wikipedia/cc

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A influência dos sistemas de distribuição na Proof of Delivery

proof_of_deliveryProof of Delivery é a formalização de que o pedido foi entregue, ou prova de entrega. Documentos assim não são mera formalidade, mas a garantia para ambas as partes de que tudo ocorreu bem durante a entrega de um produto. A tecnologia tem facilitado muito a relação entre distribuidor e cliente, e no caso específico do Proof of Delivery isso não é diferente. A existência de tecnologias que comprovam que o produto foi entregue ajudam a agilizar os processos e aumentam a confiabilidade da operadora de entregas. A tecnologia vem para substituir o velho e bom “canhoto” de nota ou recebido de entrega.

Existem algumas maneiras de comprovar que uma encomenda chegou ao destino e uma das formas de Proof of Deliverybaseada em tecnologias que vem crescendo é a por meio de Geo-posicionamento. Com o caminhão rastreado, fica fácil saber onde ele foi, quais imprevistos aconteceram no caminho e que horas a entrega foi ou ainda será feita. Com informações corretas e precisas como essas, além de saber se a encomenda chegou ou não ao destino, a relação de confiança entre distribuidor e cliente melhora.

Outros sistemas de Proof of Delivery utilizam assinaturas digitais. Assim que o cliente recebe o produto e assina o documento, o responsável pela entrega digitaliza a assinatura e envia para a central, que já dá baixa no sistema e muda o status da encomenda para entregue. Esse sistema é eficiente do ponto de vista da agilidade na troca de informações, mas não permite o detalhamento que o Geo-posicionamento oferece.

O que achou dos sistemas de Proof of Delivery? Conte para nós!

como a tecnologia pode ajudar sua empresa a reduzir custos

3 cases de qualidade

[NOVO E-BOOK] 3 cases de qualidade em distribuição

3 cases de qualidadeCases de sucesso são empresas que, depois de uma mudança na empresa, conseguiram resultados tão significativos que servem de exemplo para outras. Separamos três dessas histórias para que você entenda como a qualidade em distribuição pode melhorar a partir da implantação de uma nova aplicação. Nos três casos, o melhor desempenho trouxe ganhos não só financeiros, mas aumentou também a credibilidade das empresas e o relacionamento com seus clientes.

Com o material “3 cases de qualidade em distribuição” esperamos que você também identifique que sua empresa pode melhorar e passe a enxergar o uso da tecnologia com ótimos olhos.

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Boa leitura!

cross docking

Cross Docking: diminua o tempo de armazenagem e gere mais lucro

cross dockingManter produtos armazenados demanda custos e espaço físico, portanto, quando isso puder ser evitado, melhor para a empresa. O Cross Docking consiste em encaminhar produtos de uma carga recebida diretamente para uma carga de entrega sem que ele precise ficar no armazém, diminuindo custos e aumentando a eficiência da distribuidora. Mas para que isso seja possível, é preciso ter conhecimento global e pleno dos processos que acontecem dentro da distribuidora. Parece simples, mas exige muita organização. Para implantar essa modalidade de transporte você precisa:

  •         Ter um fornecedor confiável – Para fazer o Cross Docking dar certo, o seu fornecedor precisa ser confiável, já que você vai ter uma equipe toda preparada para receber aquele produto e já encaminhá-lo. O tempo máximo de permanência na distribuidora entre um transporte e outro costuma ser de no máximo 24 horas, por isso atrasos podem inviabilizar o processo.
  •         Trabalhar com a tecnologia adequada – em um processo de Cross Docking tudo precisa acontecer muito rápido. Sem o uso da tecnologia, fica praticamente impossível organizar todos os processos de conferência, planejamento de rota e encaminhamento.
  •         Profissionais preparados – Quando a carga que vai ser encaminhada em formato Cross Docking chega, precisa ser imediatamente recepcionada. Os profissionais responsáveis precisam estar cientes e treinados para que não haja erros, especialmente quando se trata de produtos perecíveis, onde o tempo é ainda mais importante.

É importante destacar que processos Cross Docking só são possíveis quando a mercadoria já tem destino certo, caso contrário um local adequado de armazenamento necessariamente precisa ser destinado àquela mercadoria. Apesar de ser um processo complexo, as vantagens do Cross Docking são inúmeras, entre elas: menor necessidade de espaço, otimização no uso de empilhadeiras, velocidade da entrega, diminui a chance de furtos e avarias (menor movimentação do produto dentro do armazém), etc.
A sua empresa pratica o Cross Docking? Quais são suas dificuldades? Conte para nós!

Crédito da imagem: Unsplash/cc

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Como escolher uma tecnologia de gestão de entregas: pré-requisitos e recursos disponíveis

tecnologia de gestão de entregas capaNos dias de hoje é impossível destacar-se sem o uso de tecnologia. Para crescer, as empresas precisam sofisticar seus processos e diminuir erros. Para empresas que trabalham com logística, um dos investimentos necessários é em tecnologia de gestão de entregas, mas como escolher o fornecedor ideal? Nesse material listamos os aspectos da sua empresa  que você deve levar em consideração e quais as funções existentes em uma ferramenta como essa.
Acesse aqui o e-book “Como escolher uma tecnologia de gestão de entregas: pré-requisitos e recursos disponíveis” e boa leitura!

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Logística de nicho: por que especializar-se pode ser um bom negócio

logística_de-nichoCom a popularização do e-commerce, a concorrência entre empresas que vendem e transportam produtos tem aumentado gradativamente. Para destacar-se no mercado, alguma empresas decidiram investir na logística de nicho, ou seja, especializam-se em um tipo de produto ou serviço bem específico com o objetivo de atender melhor os clientes.

Como funciona a logística de nicho?

Já comentamos aqui no blog que trabalhar apenas com um tipo de produto é vantajoso porque o distribuidor consegue ser mais efetivo e confiável no manuseio e entrega da mercadoria. Para entrar na logística de nicho é preciso saber tudo sobre aquele produto e ser conhecido no mercado por ser o melhor no transporte de determinada mercadoria. O armazém e os modais precisam ser os mais adequados e a equipe cuidadosamente treinada. Assim, quem desejar ter a certeza de que o produto será transportado com segurança, com certeza contratará a empresa especializada.

Outra forma de atuar com logística de nicho é entregar produtos onde a maioria das empresas não vai. Um exemplo são os morros e favelas. Empresas como os correios, por exemplo, não entram em diversas comunidades por medo da violência, mas nelas existem consumidores. Ter uma empresa que atenda essa demanda é um nicho bastante interessante. O mesmo serve para lugares como a floresta amazônica ou locais de difícil acesso em geral.

Como começar a trabalhar com logística de nicho?

O primeiro passo é estudar bem o mercado que você deseja atuar. O ideal é que já se tenha algum conhecimento sobre o assunto ou contatos no mercado. Na logística de nicho são os detalhes que fazem a diferença, por isso, antes de começar, tenha a certeza de que será capaz de prestar um serviço diferenciado.

Com o conhecimento consolidado, treine bem as equipes para atuar com a logística de nicho. No caso do transporte de mercadorias em favelas, por exemplo, o ideal é que os funcionários sejam moradores da própria comunidade, para não correrem o risco de serem surpreendidos pela violência e também porque são eles os melhores conhecedores dos caminhos, muitas vezes bastante complicados.

Outro ponto importante é verificar o ROI da operação. Pode acontecer de não valer a pena atuar com logística de nicho em determinado mercado por conta dos custos elevados e o baixo potencial de clientes. Nesse caso, não vale a pena investir neste nicho.
Qual sua opinião sobre a logística de nicho? Conte para nós nos comentários.

 

produtos mais caros

Por que as dificuldades na logística tornam os produtos mais caros no Brasil?

produtos mais caros

Segundo reportagem do jornal Valor Econômico replicada pelo portal Portos e Navios, o custo Brasil torna os produtos mais caros em 23,4% em relação aos principais concorrentes do país. Os dados são da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e revelam uma realidade vivida por quem tem negócios na área e deseja concorrer com outras nações. A comparação foi feita com Argentina, Chile, México, China, Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul, Índia, Espanha, Reino Unido, Itália, Suíça, Alemanha, França e Japão.

O que torna os produtos mais caros?

Entre os fatores que elevam o custo Brasil e tornam os produtos mais caros, a alta carga tributária está no topo da lista. O Brasil é um dos países que mais cobra impostos no mundo. Chega ao absurdo de valer mais a pena viajar até o país onde o produto é fabricado, arcando com todas as despesas, e trazê-lo na mala do que comprar no Brasil. Segundo o estudo, em comparação aos outros 15 países, a carga tributária torna os produtos mais caros em 13,8%.

Em relação à logística, foram avaliados a densidade e a qualidade da infraestrutura rodoviária, ferroviária e portuária e o Brasil ficou entre os últimos colocados. Esse quesito impacta em 1,5% o preço dos produtos. Foi constatado também que somos o país que pior cuida das estradas e tem a pior estrutura portuária.

A burocracia também tem sido fator decisivo para tornar os produtos mais caros no Brasil. São necessários mais de 30 documentos e a aprovação de 16 órgãos públicos diferentes para fazer uma exportação. Em outros países, onde a burocracia é menor e os custos menores, é mais rápido e mais barato enviar um contêiner, por exemplo. Sendo assim, fica difícil competir quando a globalização tem oferecido acesso de muitas pessoas a produtos internacionais.

O que pode ser feito?

Apesar de todas as dificuldades que tornam os produtos mais caros, é preciso incentivar o consumo interno. Optar por produtos nacionais é uma forma de ir contra a burocracia e a alta taxa tributária das importações. Se um fornecedor internacional tem custo alto por causa do transporte e tributos, o melhor é procurar outro, mais próximo e negociar. Montar cooperativas e grupos de ajuda mutua, oferecendo descontos e vantagens, também pode ajudar.

Cabe às empresas de logística e seus clientes combaterem a burocracia para tentar tornar-se mais competitivas. Quando produtos vindos de fora chegam ao Brasil com preço incrivelmente mais barato, mesmo com toda a burocracia e custos, significa que não têm qualidade igual e que provavelmente usaram mão-de-obra de forma ilegal ou imprópria. Esperar pela diminuição de impostos pode demorar, mas é importante  engajar-se em grupos que sejam à favor da causa. Por enquanto, o melhor caminho é conscientizar as pessoas sobre a importância de optar por produtos nacionais e unir-se a empresas que sofrem com os mesmos problemas.
Você também acha que as dificuldades na logística torna os produtos mais caros no Brasil? Conte para nós!

Crédito de imagem: ofravim/cc

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Fuja dos congestionamentos: saiba como planejar rotas, escolher os melhores horários e aumentar a eficiência das entregas

planejar-rotasO desejo de todo cliente de operadores de entrega é que seu produto chegue no prazo e sem avarias. Planejar rotas é um dos principais pré-requisitos para que isso aconteça, especialmente quando o mesmo caminhão terá que fazer várias entregas ao longo do dia. Algumas empresas e até alguns motoristas fazem isso de maneira intuitiva, programando onde ir antes ou depois de acordo com o que acham ser mais conveniente, mas tudo que depende da intuição é falho, por isso usar a tecnologia é a alternativa mais correta.

Procure planejar rotas escolhendo os melhores caminhos

Em uma cidade grande, certos caminhos devem ser evitados, ou por terem trânsito intenso ou por possuírem estradas em más condições, o que pode causar danos na carga. Planejar rotas usando esses critérios exige cuidado, atenção e experiência sobre o funcionamento da cidade. Se sua equipe possui motoristas vindos de outros locais, estimule-os a conversar com os que já têm experiência e sabem os truques do trânsito da cidade.

Escolha os melhores horários

Planejar rotas levando em consideração o comportamento do trânsito da cidade é também pensar nos melhores horários para passar por certos lugares. Se o local que a entrega precisa chegar é próximo a uma escola, por exemplo, o ideal é evitar os horários de entrada ou saída dos alunos. Gargalos clássicos da cidade devem sempre ser evitados em horários de pico ou, se não houver outra alternativa, planejar a entrega com uma folga grande de horário.

Use tecnologia

Quando o caminhão precisa fazer muitas pequenas entregas no mesmo dia fica difícil planejar qual a ordem que elas devem ser feitas, por isso nesses casos o mais recomendável é usar um software para planejar rotas. A tecnologia permite também saber a localização exata do caminhão e se ele chegará no destino no horário combinado ou não. Assim, no caso de imprevistos como um acidente, por exemplo, o cliente poderá ser avisado sobre o atraso e ter uma previsão de quando a encomenda chegará.

 

Ter esses cuidados mostra que sua distribuidora se preocupa com os clientes. Um atraso justificado e não recorrente dificilmente causará incômodos. Investir em planejar rotas e aumentar a eficiência das entregas não é simplesmente um gasto de tempo ou dinheiro, mas significa ter clientes fiéis e muito mais confiantes no trabalho realizado por sua distribuidora.
Qual sua opinião sobre planejar rotas para aumentar a eficiência das entregas? Conte para nós.

Crédito de imagem: 44833/cc

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SKU

SKU: vantagens e desvantagens de ter grande variedade de produtos em estoque

SKUSKU, ou Stock Keeping Unit, que em português quer dizer Unidade de Manutenção de Estoque, é o código que se dá para denominar um tipo de produto. É importante não confundir SKU com código de barras, eles até podem ser iguais por uma questão de conveniência, mas isso não é uma regra. Uma distribuidora que trabalhe com um segmento bem específico como bolas, por exemplo, deve ter um número limitado de SKU (basquete, futebol, vôlei, etc.), enquanto uma distribuidora com uma gama maior de produtos, como de brinquedos, terá vários SKU (boneca cantora, boneca bebê, carrinho azul, carrinho verde, bicicleta aro 12, bicicleta aro 16 etc.).

Ter uma grande variedade de SKU em estoque tem vantagens e desvantagens, então depende muito do tipo de negócio que se trabalha. A principal vantagem é que optar por lidar com apenas alguns tipos de produtos confere ao distribuidor um grau de especialista. Todos os caminhões da empresa serão adequados para o transporte daquele produto, a temperatura do armazém poderá ser regulada para melhor armazenamento, os funcionários serão treinados para lidar e saber o que pode dar certo ou errado no transporte e os clientes tendem a ser os mesmos. A desvantagem é que, caso o produto caia em desuso, tenha queda no consumo ou surja um grande concorrente, seu negócio está mais vulnerável.

A empresa que trabalha com um número grande de SKU precisa ter vantagens porque atua em diversos segmentos, pode vender para vários tipos de clientes e está menos sujeita a mudanças bruscas de comportamento do mercado. Em compensação, ter variedade alta de SKU torna o armazém mais complexo e difícil de gerenciar, já que cada produto possui necessidades diferentes de armazenamento e transporte. Armazéns variados necessitam ainda mais da ajuda da tecnologia para ser administrados, tornando o WMS quase indispensável.
O que você acha sobre ter grande variedade de SKU? Conte para nós!

Crédito de imagem: tintenfieber/cc