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Sua empresa realiza a gestão de suprimentos de forma adequada?

gestao-de-suprimentosA gestão de suprimentos cuida do gerenciamento estratégico de todas as etapas que dizem respeito  ao produto, desde o fornecedor até a entrega para o cliente. Ter em mente que todos os processos estão interligados e que o sucesso do resultado final depende de cada um deles, é o primeiro passo para obter êxito. Nesse processo estão incluídos custos,  insumos, funcionários, transporte, tecnologia, etc. Atingir esse objetivo não é fácil,  principalmente pela complexidade das atividades e as necessidades exclusivas que cada cliente pode demandar.  Veja, etapa a etapa, se sua empresa cuida de maneira adequada de cada um dos momentos fundamentais para a gestão de suprimentos.

Gestão de suprimentos: do fornecedor ao cliente

Já vimos que a gestão de suprimentos depende de uma série de etapas e que a maneira como elas são coordenadas dentro de uma empresa é o que determina a qualidade final do produto entregue. A seguir, listaremos algumas dessas fases da cadeia e daremos dicas sobre como cada uma delas pode ser mais eficaz:

Escolha do fornecedor

Você sabe ao certo quais são os critérios utilizados para a escolha dos fornecedores dentro da sua empresa? Algumas organizações optam pelo fator custo, outras pelo nome e reputação do fornecedor, há ainda as que tradicionalmente compram em um mesmo local e sequer questionam os motivos. O modelo de fornecedor para a gestão de suprimentos ideal é aquele que alia bom preço, qualidade e relação de confiança. Para atingir esse objetivo, a lista de fornecedores precisa ser revista de forma periódica. Só com planejamento é possível estabelecer rotinas  que permitam olhar o mercado e perceber novas oportunidades ou possíveis defasagens em fornecedores tradicionais.

Logística primária

Muitas empresas fazem questão de melhorar os processos de logística de transporte na entrega para o cliente, mas somente as que encaram a gestão de suprimentos como prioridade dão atenção também à logística primária. Esse conceito diz respeito a todo tipo de transporte feito dentro da própria organização, ou seja, do fornecedor de matéria-prima até a fábrica, da fábrica até os centros de distribuição, entre centros de distribuição diferentes, etc. Monitorar também esse processo é fundamental para a redução de custos,  agilidade das operações e eficácia dos processos. Por isso, considere implantar um software de monitoramento em tempo real. Com essa ferramenta, é possível saber o status exato de cada caminhão, possibilitando maior agilidade em demandas de carregamento e descarga de mercadoria, otimização de jornadas dos motoristas, cronometragem de tempos de espera, etc.

Armazenamento

Quanto maior o armazém mais difícil é fazer a gestão dos produtos que estão estocados.   Por isso, é fundamental o uso de tecnologias que ajudam a extrair informações como localização de cada produto, quantidade de itens, prazo de validade, e até mesmo dados estratégicos como qual item tem maior demanda, qual demora mais a girar no estoque, quais precisam ser produzidos em maior ou menor quantidade, etc. O software  ideal para realizar esse tipo de gestão de suprimentos é o WMS. Ele utiliza ferramentas e dispositivos tecnológicos para coletar dados e informações. que são armazenados em um banco de dados e tornam o sistema apto a gerar relatórios que podem ser utilizados no planejamento estratégico.

Transporte

Outra etapa fundamental da gestão de suprimentos é o transporte do produto até o cliente.  Contar com sistemas como roteirizadores e gerenciadores de entregas é fundamental para o sucesso das entregas, garantindo menor custo, cumprimento de prazos e bom relacionamento com os clientes. Isso porque o roteirizador é capaz de planejar os melhores caminhos para realizar as entregas e o gerenciador de entregas é responsável por enviar para a central as informações sobre o status do caminhão em tempo real. Assim, é possível saber se o motorista realizou paradas não programadas, se está dentro do prazo previsto para a realização da entrega, ou se teve algum contratempo como um engarrafamento, por exemplo. Por meio dessas tecnologias, a empresa consegue realizar ações de forma preventiva a fim de tranquilizar o cliente e negociar novos prazos no caso de haver imprevistos. Como  os sistemas também geram relatórios, outra vantagem para a boa gestão de suprimentos é a possibilidade de análise de dados com o objetivo de criar soluções para problemas identificados como recorrentes.

Engajamento do time

Muitas empresas esquecem que a gestão de pessoas faz parte da realização de uma boa gestão de suprimentos. Os funcionários são os responsáveis por manter os serviços funcionando de forma plena e eficiente. Como estão as ações de gestão de pessoas dentro da sua empresa? Muitas empresas já perceberam como é fundamental manter os funcionários engajados em torno de uma causa incomum e criam alternativas para torná-los parte do processo. Um exemplo são softwares que usam o conceito de gamification para manter os funcionários engajados e premiar aqueles que obtiverem desempenho superior.

Relacionamento com o cliente

Uma gestão de suprimentos de excelência também leva em conta o relacionamento com o cliente. Existe algum processo de consulta periódica sobre a qualidade das entregas da sua empresa? Tornar o cliente parte do processo é o segredo de muitas empresas que possuem sucesso. O mesmo vale para quando acontece um erro em algum dos processos que envolvem a entrega do produto para um cliente. Assumir o erro e contorná-lo da melhor maneira possível conta pontos a favor da sua empresa. No caso de devoluções, por exemplo, ter o apoio de um software que permita fazer a negociação em tempo real é fundamental para a solidez do relacionamento com o cliente.

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O que é e quais são as vantagens da logística compartilhada?

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A logística compartilhada baseia-se em conceitos já bastante usados no dia a dia das pessoas. Inspirada em serviços como Uber e Airbnb, ela tem como objetivo unir pessoas com interesses em comum, criando mecanismos de compartilhamento de serviços e aproveitamento de processos. No fim das contas, produtos e serviços tornam-se mais baratos para as empresas e para os consumidores. Apesar de já ter sido validado e estar cada vez mais popular, ainda há certa resistência em relação a esse tipo de relação na logística. As motivações são diversas, entre elas estão: pouco conhecimento sobre o assunto, receio de mudança, medo da falta de controle sobre a operação. Ultrapassadas essas barreiras, certamente a logística compartilhada é uma tendência para o futuro, veja quais são as vantagens:

3 motivos para pensar em logística compartilhada

Optar pela logística compartilhada ainda não é uma prática comum entre as empresas brasileiras, especialmente quando elas já possuem estruturas bem definidas de estoque e transporte. Mas quando se observam as vantagens, é possível perceber que há muito dinheiro desperdiçado em manter grandes estruturas. Organizar maneiras de tornar a logística compartilhada uma realidade pode:

Diminuir custos de armazenamento

Imagine que no armazém de uma determinada empresa exista 30% de espaço ocioso. Enquanto isso, outra empresa necessita de um espaço equivalente. Não seria vantajoso para ambas que se encontrassem e fizessem uma parceria? Para a primeira, o dinheiro do aluguel poderia, por exemplo, ser investido em melhorias no armazém, enquanto a outra poderia economizar o dinheiro que seria investido em um espaço próprio e usar para o crescimento da empresa.

Reduzir custos com transporte

A logística compartilhada serve também para o transporte. Empresas com frota própria muitas vezes voltam de viagens com o caminhão vazio, dobrando os custos logísticos. Encontrar parceiros que desejam embarcar suas mercadorias nesse retorno traz vantagens para ambos. Isso vale também para pequenos lotes que precisam seguir rotas similares. Se as empresas dividem os custos, a viagem torna-se mais barata para todos.

Tornar o serviço mais ágil

Manter uma estrutura própria tem seus benefícios em relação a prioridade e gestão de recursos, mas a logística compartilhada também pode ser vantajosa porque permite que a empresa tenha flexibilidade. Imagine, por exemplo, que sua empresa precise fazer uma entrega saindo de São Paulo até Santa Catarina, mas que todos os caminhões estão empenhados em uma grande encomenda para Minas Gerais. Sem os sistemas colaborativos, a entrega de Santa Catarina precisaria esperar. Já com a logística compartilhada, é possível encontrar um parceiro que tenha um destino parecido e disposto a fazer a entrega o mais breve possível.

Como a logística compartilhada é possível?

Observadas as vantagens, você deve estar se perguntando: mas como a gestão dessas entregas é possível? É fato que a logística compartilhada torna as relações mais complexas, mas não necessariamente menos eficientes. Quando são usados sistemas de gerenciamento remoto, por meio de aplicativos que monitoram eventos como rota, paradas não programadas, engarrafamento, entre outros; é possível ter total controle sobre os pedidos. Como o sistema é personalizado e intuitivo, o motorista pode, por meio do aplicativo instalado no seu smartphone, entrar em contato com a central e comunicar qualquer problema. Dessa forma, ter a logística compartilhada como uma alternativa principal, ou mesmo emergencial, torna-se simples e seguro.

 

Saiba mais sobre o monitoramento de entregas e roteirização de frotas aqui
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Logística europeia: o que o Brasil pode aprender e copiar?

antwerp-2019990_1280Não é de hoje que sabemos que a logística europeia é um exemplo a ser seguido. O banco mundial divulga a cada dois anos um relatório sobre o segmento e países como a Alemanha sempre são destaque. Com relação ao Brasil, no documento de 2014, estávamos em uma posição desfavorável: caímos da 45ª para a 65ª posição. Dois anos depois, houve uma recuperação de 10 posições, mas ainda é pouco para chegarmos ao patamar ideal. Tendo em vista esse panorama, quais lições podemos tirar para sermos cada vez melhores?

Lições sobre a logística europeia

Para exemplificar como o Brasil pode aprender com a logística europeia, separamos três países: Alemanha, Holanda e Bélgica. Neles, há pontos fortes e soluções inovadoras que podem servir de exemplo. Veja:

Alemanha

No topo da lista pela terceira vez consecutiva, o país é conhecido pela disciplina na execução de tarefas e não poderia ser diferente na logística. Estar constantemente observando dados e buscando pontos de melhoria não é rotina para a maioria das empresas brasileiras, por enquanto. A Alemanha, pioneira em estudos sobre a indústria 4.0, sabe que, quando tudo é milimetricamente analisado, os erros aparecem antes que se tornem grandes problemas. A boa notícia é que a tecnologia vai ajudar muito na evolução do processo. Para os brasileiros, o primeiro passo é estarem atentos e acompanharem as tendências.

Holanda

O país é destaque na logística europeia pela infraestrutura. O aeroporto Schiphol é um dos maiores do mundo em carga e descarga e o porto de Roterdã é o maior da Europa. Sendo o Brasil um país de dimensões continentais com um imenso litoral, ter maior infraestrutura de portos e aeroportos é fundamental. Segundo reportagem feita pelo Jornal Nacional, problemas em portos e aeroportos emperram liberação de produtos e causam prejuízos imensuráveis.

Bélgica

Na Bélgica, assim como na Alemanha e outros países que fazem parte do contexto da logística europeia, há grande preocupação em modernizar constantemente os processos. Por lá observa-se boa infraestrutura e investimentos do governo em desenvolvimento de pesquisas.

O Brasil melhorou em alguns pontos

Apesar de ainda termos muito o que aprender com a logística europeia, melhoramos em quesitos essenciais. O relatório aponta como pontos fortes logística e competência, rastreabilidade e infraestrutura. Em contrapartida, os quesitos custo, embarque internacional e pontualidade ainda são fracos. Sendo assim, se você deseja modernizar a sua empresa, observe também quais são seus pontos fortes e fracos e ataque-os. Uma análise estruturada sobre mudanças necessárias pode fazer toda diferença para os resultados.
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Quais os processos necessários para construir uma Supply Chain Agility?

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O Supply Chain Agility nada mais é do que a capacidade que uma empresa deve ter para modificar processos e adequar-se a mudanças na velocidade que o mercado exige. Sabemos que, na logística atual, há a necessidade de realizar ciclos cada vez mais curtos e que erros são cada vez menos tolerados. A logística tornou-se peça fundamental na engrenagem que move as relações de compra e venda, por isso é preciso atualizar-se rapidamente.

Supply Chain Agility: Como minha empresa pode se enquadrar?

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que inserir metodologias para aumentar a agilidade e a precisão dos processos é vital para a manutenção de qualquer negócio que tenha a logística como parte importante. Não há mais como pensar nas relações entre fornecedor e consumidor como algo demorado e inconsistente. É por isso que o Supply Chain Agility se faz mais do que desejável; é essencial.

Para enquadrar-se nesse conceito, acreditamos que dois termos são fundamentais: tecnologia e controle de processos. Segundo esse artigo publicado no blog Supplychainquarterly.com, o Supply Chain Agility pode ser comparado a lógicas presentes no esporte e em treinamentos militares. Isso porque ambos precisam ser ágeis o suficiente para lidar com incertezas e mudanças. Ainda segundo o artigo, pesquisas recentes sugerem que existem cinco dimensões da agilidade presentes na ciência esportiva e militar que podem ser aplicadas à logística:  estado de alerta, acessibilidade, determinação, rapidez e flexibilidade. Vamos analisar cada uma delas:

Estado de alerta

O primeiro item da lista diz respeito à capacidade de reagir rapidamente quando há alguma mudança. Essa capacidade está presente tanto no esporte quanto na ciência, e pode também ser aplicada para a logística. Para isso, é preciso estar constantemente alerta a qualquer sinal de mudança e não esperar muito para a reação. Mas cuidado! É preciso reagir de maneira correta e não impulsiva. Isso não é tarefa fácil, uma vez que identificar pontos críticos precocemente prevê risco na tomada de decisão. Para ter mais segurança nas ações, estude o assunto, estime as consequências e dê um passo de cada vez.

Acessibilidade

No Supply Chain Agility, segundo o artigo, acessibilidade quer dizer ter controle total sobre o andamento das situações. No esporte, por exemplo, seria saber onde o adversário lançará a bola antes mesmo que a jogada aconteça. Em um campo de batalha, seria prever os próximos passos do inimigo e agir contra ele antes de ser atingido. Na logística, ter controle total sobre as situações também é vital. Em uma realidade complexa e cada vez mais veloz, a tecnologia tem se tornado fundamental para tornar isso possível. No deslocamento de um caminhão até o destino, por exemplo, já é possível ter estimativas de tempo de viagem, condições do tempo e do trânsito, além de monitorar motoristas à distância. Já é possível, também por meio de softwares, ter controles mais precisos sobre movimentações de estoque, fluxos de inventário e previsão de demanda.

Determinação

Para aplicar os conceitos do Supply Chain Agility é necessário saber que tomar decisões rápidas não quer dizer agir por impulso, mas sim agir rápido usando como base informações concretas. O artigo usa como exemplo um estudo feito com atletas, em que foi analisado o tempo de resposta entre o estímulo e a ação. Os resultados do estudo indicam que os atletas que demonstram maior habilidade esportiva tiveram respostas superiores de tomada de decisão em relação aos movimentos dos seus adversários. Por isso, na logística, a hora certa de decidir também é muito importante. Ao cometer um erro, por exemplo, de entrega de produto, utilizar um software que pode reverter a devolução em tempo real pode ser um grande diferencial. Dessa forma, a empresa não amarga o prejuízo completo de uma devolução e, de quebra, o cliente fica mais satisfeito.

Rapidez

Já falamos algumas vezes aqui no nosso blog sobre como a pontualidade é fundamental para uma empresa que trabalhe com logística. Cumprir acordos e prazos é o objetivo primordial e por isso precisa ser cumprido com maestria, especialmente quando estamos falando em Supply Chain Agility. Agir com rapidez é fundamental no esporte, na área militar e na logística porque de nada adianta estudar todos os movimentos do adversário, ter capacidade de agir, mas demorar para tomar uma decisão. Além do mais, ser ágil tem sido uma habilidade cada vez mais exigida de empresas de logística. Tanto que a gigante da logística Amazon patenteou sistemas de previsão de demanda, que encaminham o produto para o consumidor antes mesmo que ele realize de fato a compra.

Flexibilidade

Dentro da Supply Chain Agility, flexibilidade é a capacidade de modificar a estratégia com a ação em curso. Muitas vezes, uma estratégia montada com cuidado não é suficiente para o sucesso de uma batalha, jogo ou operação logística. Em todas elas é necessário, portanto, saber como agir em um imprevisto. Um exemplo prático, no caso da logística, pode acontecer durante o transporte de uma carga. Problemas no caminhão, engarrafamentos inesperados ou outros imprevistos podem atrasar a viagem e, consequentemente, a entrega ao cliente. Para que tudo corra bem e o relacionamento não fique abalado, o motorista precisa ter ferramentas para informar imediatamente a empresa sobre o ocorrido. A central, por sua vez, pode entrar em contato com o cliente e contornar a situação. Isso só é possível com o alinhamento correto de ambos e o uso da tecnologia que os conecte. Se a central tem controle total sobre a movimentação da carga, ela pode, inclusive, ser pró-ativa e entrar em contato para questionar sobre o atraso, mesmo sem que o motorista informe os motivos.

Quero aplicar esses conceitos na minha empresa, como começar?

Em primeiro lugar, observando como os processos são feitos hoje na sua empresa e avaliando o que precisa ser modificado. Não é viável partir de uma operação logística com problemas e ir diretamente para o Supply Chain Agility. Como um bom estrategista, planeje antes de agir.

A segunda etapa é observar o que a concorrência está fazendo e estar sempre um passo à frente. Trace metas e objetivos, converse com clientes e fornecedores sobre o que precisa ser melhorado e, principalmente, não tenha medo de ouvir críticas.

Em seguida, faça os investimentos necessários. Lembre-se de que não há progresso, especialmente em relação a inovação, sem investimento. Pesquise sobre as tecnologias disponíveis no mercado e escolha a que melhor se encaixa na sua realidade. Só assim o Supply Chain Agility poderá ser uma realidade para sua empresa.

Caso tenha alguma dúvida, ou queira saber mais sobre Supply Chain Agility, escreva um comentário abaixo!

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Os segredos da Amazon para ser uma das empresas mais eficientes do mundo

segredos-da-amazonConhecida por fazer entregas efetivas em um curto período de tempo, muitas empresas querem desvendar os segredos da Amazon. A verdade é que nenhuma empresa é grande e eficiente à toa. Além de trabalho e boa gestão, alguns ingredientes especiais fazem o diferencial da gigante da logística. Separamos algumas dessas características que acreditamos ser bons pontos de inspiração.

4 segredos da Amazon

É evidente que os mais secretos segredos da Amazon estão guardados a sete chaves, mas a simples observação da forma de atuar da empresa e o conhecimento que temos sobre o assunto nos permite tirar diversas lições que podem ser copiadas. Pense nisto:

Aprender com os próprios erros

A Amazon nem sempre foi uma gigante conhecida pela boa logística. A empresa que começou como uma livraria virtual em 1990, nem sempre foi a potência que é hoje. Ela passou por um momento crítico ao diversificar sua área de atuação, com constantes quedas de sistema que chegavam a deixar a operação fora do ar por horas. Nesse momento, seu fundador Jeff Bezos decidiu investir em um sistema logístico que funcionasse melhor com pedidos pequenos. Para a missão, foram contratados cientistas e engenheiros em vez de profissionais renomados da área do varejo. Demorou até a empresa acertar os ponteiros, mas valeu a pena. Eles criaram algo totalmente inovador e hoje são referência no assunto.

Inovação

Outro dos segredos da Amazon é nunca ter medo de inovar. É deles o modelo, patenteado em 2014, de entrega antecipada. A tecnologia consiste em estudar padrões de consumo de seus clientes. Baseando-se no histórico de compras, aliado a outros fatores como tempo de permanência na página, a empresa já encaminha o produto para entrega mesmo antes da decisão final. Essa lógica deverá ser replicada em operações logísticas do mundo todo nos próximos anos. Por isso, a lição que fica é: não tenha medo de inovar e querer ser ainda melhor a cada dia.

Ousadia

Se você quer aprender os segredos da Amazon, não pode deixar de analisar o quanto a empresa é ousada em suas iniciativas. Essa é uma das características fundamentais da gigante da logística. A nova meta da empresa é eliminar totalmente os intermediários e ser a única ponte entre produtor e consumidor. A partir do momento que há a compra, a empresa ficaria responsável pelo transporte e a chegada ao comprador, em qualquer lugar do mundo.

Investimento em pesquisa

Todos esses resultados citados anteriormente só são possíveis porque a empresa investe pesado em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Certamente todos os segredos da Amazon são construídos nesse setor. Se você quer seguir os passos da gigante, esse quesito é fundamental. Cerque-se de pessoas inteligentes e inovadoras, tente fazer melhor do que já é feito e não economize recursos e esforços. Os resultados podem ser incríveis.
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Crédito da imagem: webandi/CC

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Logística e as alterações climáticas globais: por que elas estão relacionadas?

alteracoes-climaticas-globaisAs alterações climáticas globais geram consequências em todos os setores, já que mudam a lógica de produção e distribuição, especialmente de produtos perecíveis. Para a logística, isso significa atenção em dobro, uma vez que o setor precisa adequar-se à nova realidade nas duas pontas: produtor e consumidor. Como, então, podemos passar ilesos a essas mudanças? Para nós, a resposta está em observar com atenção as novas necessidades e investir em tecnologia.

Alterações climáticas globais: como adaptar-se?

Não há como negar que as alterações climáticas globais têm causado alterações em ciclos produtivos mundo afora. Houve mudanças nas zonas climáticas e isso modificou o processo de desenvolvimento de muitos insumos. Reorganizar lógicas de distribuição, especialmente de alimentos é, portanto, um grande desafio, tanto que esse tem sido tema constante em fóruns e encontros internacionais.

Segundo os especialistas, as alterações climáticas são tão graves para o contexto de produção de alimentos que podem causar a redistribuição geográfica de espécies, ou seja, plantas que antes conseguiam desenvolver-se em um determinado local agora precisam ser deslocadas para outro, muitas vezes até com condições que antes eram completamente adversas. Sendo assim, para não comprometer a distribuição de insumos e alimentos, será necessário intensificar ações de inteligência, algumas já em curso, tais como:

Redes de comunicação entre clientes e fornecedores

Enfrentar as alterações climáticas globais com o uso de tecnologia colaborativa é a forma mais inteligente e viável observada atualmente para impedir que haja uma crise de abastecimento. Nos próximos anos, deverão intensificar-se os mecanismos para que seja simples e rápido conectar fornecedor, transportadora e cliente. Dessa forma, se há um problema de produção em uma região onde as alterações climáticas globais tornaram-se nocivas, imediatamente será possível encontrar outra região onde não houve consequências para que o abastecimento se mantenha.

Melhoria nas técnicas de armazenamento

As alterações climáticas globais fazem com que a temperatura aumente progressivamente. As consequências para o armazenamento de perecíveis são imediatas. Produtos sensíveis ao calor não podem ficar armazenados sem refrigeração, por isso transportá-los com rapidez e segurança torna-se ainda mais importante. Invista em sistemas de controle de temperatura, preferencialmente aqueles que possam ser acessados de forma remota pela central e estejam integrados ao software de monitoramento de veículos. É interessante também criar redes mais eficientes de comunicação entre a empresa interessada em vender e o cliente final. Nesses casos, se o produto já tem destino certo, não precisará ficar armazenado muito tempo e chegará mais fresco ao consumidor final.

Campanhas para uso consciente e contra o desperdício

Mesmo com todos os cuidados, é provável que as alterações climáticas globais causem algum tipo de impacto na produção. É fundamental que as pessoas saibam disso e passem a consumir alimentos de forma mais consciente, evitando desperdício e reaproveitando aquilo que hoje é jogado fora. Para a logística, é fundamental contribuir para esse processo promovendo, por exemplo, a logística reversa. Isso é bom não só para a diminuição de resíduos, mas também para as empresas, que passam a ser melhor vistas perante seus consumidores, além de economizar reaproveitando resíduos.

Dessa forma, todos precisam se dar conta de que as alterações climáticas globais são irreversíveis, mas que poderemos lidar com elas. Em muitos aspectos, o uso de tecnologia já pode compensar muitos problemas que provavelmente teremos no futuro. Se você é empresário ou trabalha em uma empresa de logística, fique atento a isso e comece agora mesmo a pensar em estratégias.
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Crédito da imagem: fkevin/CC

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Quando cortar custos de logística pode ser um erro?

cortar-custos-de-logísticaQuando a empresa se vê em uma situação financeira complicada, uma das alternativas é cortar custos de logística. Apesar de movida por uma necessidade, essa situação deve ser vista com cautela, já que pode comprometer a qualidade do serviço, a reputação da empresa e até a segurança dos funcionários. É evidente que, em um cenário de crise, alguns custos podem ser reduzidos, otimizando processos, fazendo trocas de fornecedores e revendo velhas práticas. Se o momento da sua empresa é esse, planeje antes de tomar qualquer atitude e atente-se especialmente para três pontos: risco, qualidade e futuro.

3 pontos que precisam ser analisados ao cortar custos de logística

Nenhuma empresa deseja passar por um momento financeiro complicado, mas ele é inevitável em muitos casos. Quando vistos com inteligência e cautela, é possível passar por períodos de instabilidade sem grandes prejuízos para o negócio. Tratando-se, especificamente, de cortar custos de logística, separamos 3 pontos de atenção cruciais. Não reduza custos a ponto de:

Oferecer riscos aos funcionários

Cortar despesas com segurança do trabalhador, manutenção de caminhões, ou qualquer outra que ofereça risco aos funcionários nunca é uma boa ideia. Imagine que, por conta desse descuido, um de seus funcionários sofra um acidente. Além de manchar a imagem da empresa e gerar um trauma irreparável, uma indenização como essa pode falir de vez o orçamento do seu negócio. Por isso, pense bem antes de cortar qualquer custo logístico relacionado à segurança.

Comprometer a qualidade do serviço

Conquistar clientes é uma tarefa nada fácil. O relacionamento se estabelece por meio de confiança e qualidade do serviço. Se cortar custos de logística for tão drástico a ponto de comprometer a reputação da sua empresa, pise no freio. Fique atento às reclamações dos clientes, procure saber o que está acontecendo e sempre corrija os erros. Se cortar gastos significar a perda de clientes, a situação de crise tende a piorar e sua empresa pode até precisar fechar as portas.

Tornar a empresa pouco competitiva no futuro

Esse é o ponto mais complicado, porque não pode ser percebido a curto prazo. Nesse caso, cortar custos de logística significa não fazer investimentos. Isso pode comprometer a competitividade da sua empresa, já que a torna defasada em relação às outras. Tenha em mente que o corte de custos de logística precisa ser inteligente e eficaz. Por mais contraditório que pareça ser em um momento de crise, investir em tecnologia pode ser a saída mais simples. Assim que a situação se estabilizar, experimente fazer simulações investimento x retorno financeiro de investir em uma solução tecnológica. Dessa forma, sua empresa se mantém competitiva, corta gastos e, de quebra, melhora a qualidade dos serviços.

Ficou interessado em cortar custos de logística? Deixe um comentário para nós ou entre em contato.

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Logística sustentável: entenda o que é uma cadeia de fornecimento end-to-end

end-to-endFalar sobre uma cadeia de fornecimento end-to-end sustentável significa dizer que a empresa busca ser sustentabilidade de ponta a ponta, ou seja, desde os fornecedores até os clientes. O esforço por essa meta é um caminho para a sustentabilidade já que, uma vez alcançado, é a garantia de que todos os processos terão base sólida de princípios éticos, que não agridam a vida humana e nem o meio ambiente. É evidente que garantir que toda a cadeia seja sustentável é muito difícil, especialmente se ela for longa e complexa. Apesar das dificuldades, a busca em si já é uma atitude louvável, já que, se todas as empresas tivessem a sustentabilidade como foco, seria muito mais fácil chegar ao objetivo comum. Por isso, apresentaremos a seguir algumas dicas para que sua cadeia torne-se end-to-end, ou o mais perto disso que você conseguir.

O que posso fazer para ter uma cadeia end-to-end

Como já mencionamos, na cadeia de fornecimento end-to-end a sustentabilidade deve começar nos fornecedores, atingir os processos da empresa e chegar aos clientes. Antes de começar, é preciso que a empresa tenha muita certeza de que é isso que pretende fazer, já que muitos processos podem necessitar de mudanças, gerando trabalho extra e algumas despesas. É ideal que uma pessoa ou equipe fique responsável pela análise e pela execução desse projeto. Se possível, contrate uma consultoria externa. Nossas dicas são apenas um começo, já que cada empresa é um universo particular.

Os fornecedores

A escolha pelos fornecedores é algo que precisa ser olhado com cuidado e atenção. Optar pelo menor preço pode não ser o mais vantajoso para a cadeia de fornecimento end-to-end. Procure conhecer cada um deles, saiba quais são os princípios éticos, se há histórico de exploração do trabalho, etc. No momento do estudo sobre os fornecedores, não contente-se em “ouvir falar”; visite, pergunte, questione. Caso não seja possível mudar de fornecedor, porque irá encarecer muito o preço do seu produto ou porque ele é o único que oferece o insumo necessário, ou mesmo porque nenhuma das opções atende os princípios básicos para o end-to-end, busque a sensibilização. Explique e mostre as vantagens de ser um fornecedor sustentável, sugira mudanças e busque um parceiro que aceite essas sugestões. Pode ser uma boa alternativa.

Use a tecnologia a seu favor: procure saber se dentro do seu segmento existem redes de fornecedores sustentáveis, blogs e sites especializados são excelentes fontes de informação. Essas redes estão cada vez mais comuns e ajudam a criar comunidades em torno de uma causa comum.

Dentro da empresa

Essa parece ser a parte fácil, mas nem sempre é. Especialmente se a empresa é antiga, mudar pode ser complicado. A partir do momento em que há a decisão por práticas sustentáveis, sua empresa precisa servir de exemplo. Nessa etapa, a análise de viabilidade e custos será muito importante. Pode ser que a empresa precise mudar a forma como usa a água, como descarta resíduos, como utiliza energia, etc. O transporte também é muito importante. Sabemos que o transporte rodoviário, apesar de ser poluente, pode ter impactos reduzidos com boa utilização.

Use a tecnologia a seu favor: Aplicativos de monitoramento de entregas podem ajudar a diminuir desperdícios. Com controle total sobre a rota, a empresa pode evitar desvios desnecessários, paradas em congestionamentos, etc.

Outro recurso interessante e que ajuda na busca pela cadeia end-to-end sustentáveis são as redes de parceiros para que caminhões não viajem vazios na volta para casa. Ofereça preços melhores para carregar sua frota com produtos de outras empresas, ou mesmo aproveite essas oportunidades para fazer a transferência de seus produtos. Com a carga monitorada, é fácil e seguro para ambas as partes.

Na sensibilização dos consumidores

Cada vez mais as pessoas se preocupam em consumir produtos de empresas sustentáveis. Além do marketing que você pode fazer em relação a isso, sensibilize seus clientes a fazer parte da cadeia de fornecimento end-to-end sustentável.Contribua para a logística reversa, crie postos de coleta de resíduos, faça campanhas de conscientização, patrocine ações sustentáveis.

Use a tecnologia a seu favor: Ninguém saberá que sua empresa é sustentável se você não mostrar aos seus consumidores. Crie campanhas na internet e construa redes sustentáveis a seu redor. A internet permite que muitas pessoas se unam facilmente em torno de uma causa. Não perca oportunidades e siga em frente.

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Desafios da logística: Por que o monitoramento de entregas é uma tecnologia imprescindível?

desafios da logísticaOs desafios da logística foram tema do “Painel ILB Infraestrutura de Transportes e Logística: desafios e perspectivas”, realizado no mês de outubro de 2016, no Instituto Legislativo Brasileiro (ILB). A principal pauta de discussão, já bastante conhecida pelo setor, é a de que o segmento foi marcado por precariedade, defasagem em relação a outros países e poucos avanços na última década. O presidente da Frente Parlamentar de Logística de Transporte e Armazenagem, senador Wellington Fagundes (PR-MT), chegou a declarar que “é preciso tratar o tema com obstinação e sem perder a esperança”. Segundo o ministro Maurício Quintella, “precisaríamos de R$ 77 bilhões só para rodovias, outros R$ 35 bilhões para concluir obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e este dinheiro não existe”. Diante desse cenário desfavorável, é preciso admitir que dificilmente a realidade das estradas, portos e aeroportos mudará de uma hora para outra. A pergunta que fica, portanto, é: o que os empresários precisam fazer para continuarem competitivos e atuantes? A resposta está na tecnologia.

Monitoramento de entregas e os desafios da logística

A realidade do transporte brasileiro é ser essencialmente rodoviário. Aliado a isso, estradas ruins e um país com proporções continentais tornam os desafios da logística muito maiores. Investir em tecnologia é, portanto, essencial para a sobrevivência dos negócios. O monitoramento de entregas é a tecnologia que permite acompanhar a carga desde a saída do armazém até a chegada ao destino. Por meio de um aplicativo, são enviados sinais de alerta sobre paradas, congestionamentos e outros eventos na rota. Isso ajuda a transpor os desafios da logística porque informa a central sobre imprevistos e permite tomar atitudes e administrar a relação com o cliente de forma honesta.

Ter atenção a fatores como esses é importante para pequenas, médias e grandes empresas, que podem ter mais controle sobre a frota; mas é indispensável em organizações que trabalham com um volume maior de informações e produtos circulando. É recomendado aliar a tecnologia de monitoramento de entregas a outras, como a de gestão de armazéns, o WMS. Quando a empresa trabalha ou pretende trabalhar com exportação, nem se fala. As desvantagens logísticas estruturais precisam ser compensadas com tecnologia para atingir um patamar de competição de igual para igual.

Se você acha que o investimento é alto e desnecessário, cuidado. Você pode estar cometendo o mesmo erro do governo brasileiro em não priorizar melhorias no momento certo. No painel, o senador Renan Calheiros ressaltou que o investimento em transporte no Brasil, em relação ao PIB, foi de 0,6%, sendo que metade do valor teve origem na iniciativa privada. Enquanto isso, um fórum internacional recente apontou que outros 47 países investem, em média, o dobro desse valor.

Qual a sua opinião sobre como enfrentar os desafios da logística? Escreva um comentário para nós!

Como implantar uma solução de apoio a distribuição-02

gestão da cadeia de suprimentos

Gestão da cadeia de suprimentos: é possível tornar os ciclos mais curtos?

gestão da cadeia de suprimentosUma gestão da cadeia de suprimentos com ciclos mais curtos tem se tornado mais do que desejável: já é algo necessário. Vivemos um momento em que as comunicações e a concorrência entre as empresas impõem a renovação constante dos produtos, especialmente os tecnológicos. No que diz respeito à logística, dar conta de toda essa demanda requer agilidade e organização, tudo isso sem afetar os custos ou a qualidade do serviço. Isso só é possível graças às ferramentas tecnológicas utilizadas desde o pedido até a entrega ao cliente.

Gestão da cadeia de suprimentos eficiente

Além da necessidade constante do mercado por novos produtos, a gestão da cadeia de suprimentos, quando feita de forma eficiente, é um ótimo negócio para a empresa. Ciclos curtos diminuem a necessidade de armazenamento e evitam desperdícios. A grande dificuldade é que, assim como em qualquer operação logística, longa ou curta, um pequeno erro em qualquer uma das etapas é capaz de comprometer todas as demais. Imagine então manter a qualidade do serviço quando os ciclos se tornam cada vez menores. Para garantir que haja um padrão de qualidade, monitorar cada uma das etapas é fundamental para o sucesso.

Fenômenos como a automação industrial e a internet das coisas têm transformado as fábricas e até os próprios produtos em componentes ativos na gestão da cadeia de suprimentos. À medida que uma máquina se torna capaz de fornecer dados de produtividade, apontar falhas na produção e sinalizar para a necessidade de manutenção nela própria, entramos em uma era em que as chances de haver erros se torna cada vez menor, possibilitando que os ciclos sejam mais curtos.

Em uma etapa ainda mais avançada desse processo, há o retorno das informações a fim de aumentar a precisão dos ciclos. Isso quer dizer, por exemplo, que uma fábrica de alimentos terá acesso, em tempo real, à informação sobre qual SKU tem mais procura em determinados locais, meses do ano, etc. Com esses dados é possível tornar a produção mais inteligente e direcionada, diminuindo custos e desperdícios.

Apesar de interessante, a gestão da cadeia de suprimentos com ciclos mais curtos, da forma como descrevemos, ainda depende de muitos investimentos dos empresários brasileiros e interesse em tornar sua logística mais automatizada e eficiente. Ainda há pouco conhecimento e o velho jeito de fazer ainda predomina em muitos locais. A consequência disso é que se não abrirmos os olhos para as possibilidades que a tecnologia oferece, outros países o farão e não será mais possível concorrer de igual para igual.

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