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Conheça os 5 erros de logística mais comuns das empresas que trabalham com compras pela internet

compras-pela-internetDecisão importante para toda empresa, trabalhar com e-commerce pode se tornar um grande desafio para a área de logística, uma vez que as compras pela internet apresentam várias diferenças em relação ao comércio físico. Como tudo acontece de forma muito rápida, sem a ajuda da tecnologia é quase impossível imaginar a integração entre vendas e estoque. Por isso, muitos erros costumam acontecer e, se forem graves ou recorrentes, podem até manchar a imagem da sua empresa. Separamos 5 principais erros possíveis no segmento e como você pode evitá-los:

1 – Manter disponível no site algo que não está mais em estoque

A falta de integração automática entre vendas e estoque é um problema que gera muitos incômodos entre a empresa e os clientes que costumam fazer compras pela internet. Se os processos são feitos manualmente, o intervalo entre a compra e a baixa no estoque pode durar tempo suficiente para outro cliente se interessar pelo mesmo produto. Para evitar esse transtorno, invista em sistemas que integrem e-commerce e controle de estoque, e não sofra com esse problema.

2 – O cliente receber algo diferente daquilo que pediu

As origens desse problema podem ser muitas, mas o resultado é sempre o mesmo: um enorme transtorno. Quem faz compras pela internet espera receber exatamente aquilo que pediu. Se na sua empresa isso acontece com frequência, é preciso encontrar a origem do problema. Verifique, por exemplo, se a gestão de SKU está sendo feita de maneira correta, se os processos de separação são adequados, ou se a inconsistência está acontecendo na hora da entrega. Com o uso de alta tecnologia na gestão de armazéns, erros como esse dificilmente acontecem, já que o sistema é rigoroso quanto às separações e conferências de pedidos.

3 – Não ter cuidado com a embalagem dos produtos

Se tudo der certo com o pedido e a separação no estoque, é hora de enviar o produto ao cliente. Quando se faz compras pela internet, o mínimo que se espera é que o produto chegue em condições perfeitas, assim como se tivesse sido comprado em uma loja. Sendo assim, a empresa não pode economizar na hora de escolher a embalagem certa para cada objeto. Além de demonstrar zelo ao cliente, isso evita que o produto seja devolvido e que um novo ciclo de entregas precise acontecer.

Veja 6 dicas para evitar produtos com avarias

4 – Não usar mecanismos de rastreamento

Estar atento a cada detalhe do transporte do produto é simples e pode fazer uma grande diferença na segurança e também no relacionamento com o cliente. Investir em rastreadores torna a carga mais segura porque ela pode ser monitorada à distância, tornando mais difícil a ação de saqueadores. Já o relacionamento com o cliente é beneficiado, uma vez que ele poderá ser informado em caso de imprevistos com o produto que ele está esperando.

Integrado aos rastreadores estão os sistemas de monitoramento de entregas. Eles são um elo entre a central e o motorista, que envia alertas a cada evento esperado e inesperado feito durante a viagem. Assim, é possível ter segurança sobre tudo que está acontecendo e o prazo de chegada da encomenda ao destino.

5 – Desrespeitar os prazos de entrega

Quem faz compras pela internet em geral está habituado a esperar, mas nunca além do previsto. Quando a empresa combina uma data, ela deve ser cumprida rigorosamente. Se você tem problemas com atrasos, talvez seja interessante estimar uma data mais distante. Caso o produto chegue antes, ótimo. Outra alternativa é rever os processos, já que prazos muito longos não costumam ser tolerados. Um sistema como o que citamos no tópico anterior, que gerencia as entregas e informa a central sobre todos os eventos feitos no trajeto do caminhão, pode evitar, por exemplo, paradas não programadas que atrasam a viagem.
Você comete algum desses erros de logística? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário!

 

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Como otimizar os resultados nas operações de First Tier

first-tierMuitos empresários já se deram conta da importância de monitorar e otimizar os processos que dizem respeito ao cliente, mas não percebem que tão ou mais importante do que as entregas são as etapas que vêm antes dela. O First Tier, que traduzindo de forma literal quer dizer “primeiro vínculo”, diz respeito ao início da cadeia de suprimentos, ou seja, transporte de insumos (fornecedor – fábrica) ou resuprimentos (fábrica – CDS/ HUBs – CDs). Pensar nessa etapa é muito importante, uma vez que otimizá-la resulta em redução de custos, rapidez e eficiência na produção.

First tier eficiente: como fazer?

O primeiro passo é perceber a importância do First Tier para a empresa e levá-lo tão a sério quanto as entregas para o cliente. Caso ainda não exista, realize levantamentos. No que diz respeito ao transporte de insumos, analise detalhes sobre todos os fornecedores e identifique pontos fortes e fracos, como preço, tempo de entrega, número de falhas, qualidade do produto e até dados menos palpáveis como a qualidade de atendimento. A demora na entrega de algum suprimento pode estar atrasando toda a cadeia. Feito esse estudo, será possível traçar planos de ação.

As saídas para problemas com fornecedores de insumos podem ser principalmente duas:

  1. Troca de fornecedor – pode ser que o problema identificado na operação First Tier não tenha solução possível e seja necessária a troca de fornecedor. Os motivos podem ser vários: preços acima do mercado, demora na entrega, muitos transtornos no relacionamento, entre outros. É importante destacar que essa decisão não poderá ser tomada verificando dados isoladamente, sem análise de todos os fatores. Uma empresa com um custo alto pode ter um produto melhor, então é interessante continuar com ela.
  1. Alinhamento de expectativas – se o fornecedor First Tier tem o melhor produto, mas tem muitos problemas de relacionamento e atrasos na entrega, o que fazer? Nesse caso, o melhor é conversar com o responsável pela outra empresa e verificar o que pode ser feito. Pode ser que a causa do problema seja a simples falha de comunicação e um alinhamento básico de expectativas já pode solucionar o problema. É possível também que a causa para o problema seja um fator climático, por exemplo. Nesse caso, a solução seria alternar fornecedores de acordo com a época do ano (comprando de regiões onde haja climas diferentes) ou mesmo estocar produto comprado na época mais favorável. O importante é analisar de perto o problema e encontrar soluções específicas para cada situação.

Se isso não for suficiente para melhorar a eficiência da produção, observe se as falhas não acontecem nas operações First Tier para resuprimentos. Para esse problema tente:

  1. Monitorar a movimentação dos caminhões – Muitas vezes o problema não está na origem nem no destino da entrega, mas no trajeto. A partir do momento que o caminhão está na estrada, a responsabilidade passa a ser do funcionário e, sem monitoramento ele pode cometer falhas. Desvios de rota e paradas não programadas, por exemplo atrasam o trabalho. Uma boa alternativa é a implantação de tecnologias de apoio às entregas no First Tier, assim como é feito nas entregas diretamente ao cliente. O software fornecerá informações para monitorar motoristas como: posição do caminhão, eventos ao longo do percurso, expectativa de chegada, etc. Por meio do aplicativo é possível também ter uma comunicação direta com o motorista, o que facilita a troca de informações. Essa tecnologia pode ser uma solução também para o First Tier de insumos.
  2. Verificar a eficiência na carga e descarga –  Tenha sempre uma pessoa responsável por acompanhar movimentações de carga e descarga. Quando esses processos atrasam muito, toda a cadeia pode ficar comprometida. Essa pessoa deve ficar responsável também por saber onde essa mercadoria ficará armazenada ou se será diretamente direcionada para outro local. Caso contrário, erros podem ocasionar um vai-e-vem de informações e a consequência é a ineficiência do First Tier.

Observados todos esses pontos, para ambas situações de First Tier, conte com sistemas que automatizem processos e emitam relatórios. Isso ajuda a ter uma visão geral sobre como o fluxo acontece e onde estão os pontos frágeis. Dessa forma, a empresa conseguirá trabalhar mais alinhada e é possível aplicar just in time com mais facilidade. Com uma cadeia que se comunica em todas as pontas, não é necessário ter grandes estoques, há menos desperdícios e a produção consegue atender exatamente o nível de demanda. Uma operação assim é o sonho de qualquer empresário, possível graças a essas tecnologias.
Quer saber mais sobre como a tecnologia de apoio às entregas pode ajudar nas operações de First Tier? Deixe um comentário.

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Como otimizar a logística no e-commerce

Internet shopping, online purchase, e-commerce and packages delivery concept, merchandise cardboard boxes on laptop keyboardCuidar da logística no e-commerce é fundamental para o negócio dar certo. Nada mais frustrante do que uma empresa que demora dias para entregar um produto ou, pior ainda, que entrega com erros ou defeito. Além de ruim para o consumidor, erros de logística no e-commerce também significam prejuízo para a empresa, já que exigem uma nova mobilização de entregas para reparar a falha.

Por que investir em logística no e-commerce?

Se sua empresa ainda não trabalha com vendas pela internet e pretende investir nisso, não tenha dúvidas de que é um bom negócio. Enquanto o Brasil vive grave recessão, o e-commerce no paísem 2015 teve crescimento de 15,3% em comparação ao mês anterior, de acordo com o levantamento Webshoppers. Isso representa um novo padrão de consumo que deve ser visto com atenção e, principalmente, cautela. Antes de tornar sua loja física também virtual, é preciso verificar todos os aspectos relacionados à logística no e-commerce. Caso contrário, o bom negócio passará a ser motivo de dor de cabeça e pode até manchar o nome da sua empresa com os clientes. Veja o que é preciso levar em conta:

Controle de estoque – essa é uma das partes vitais e causadora da maioria dos problemas quando o assunto é logística no e-commerce. Especialmente se o estoque das lojas física e virtual é o mesmo, é preciso ter controle rigoroso de entradas e saídas. Caso contrário, pode acontecer de um produto que já saiu de estoque ser vendido novamente, gerando frustração ao cliente que não receberá seu pedido. Quando são poucos itens, fazer esse controle já é complicado, imagine quando se trata de um volume grande de informações, operado por diversos funcionários. Nesse caso, o uso da tecnologia é indispensável. Investir em um sistema de controle de armazéns, o WMS, é fundamental para evitar erros.

Controle de entregas – feito o processo de separação da encomenda e da embalagem para destino, é hora de levar o produto para o cliente. Nesse momento, a logística no e-commerce deve agir para que o produto chegue rápido e em boas condições. Nesse caso, recomendamos o roteirizador e monitoramento de entregas. O primeiro deles é capaz de criar os melhores caminhos e chegar da forma mais rápida ao destino. O segundo permite a visualização exata sobre a posição do caminhão, além de fornecer informações sobre: paradas não programadas, engarrafamento, problemas no caminhão, além de um chat que permite  falar diretamente com o motorista e trocar informações. Para o cliente que optou por comprar seu produto pela internet isso é ótimo, já que é possível obter informações de forma rápida e fornecê-las ao consumidor em caso de algum problema.

Levando esses aspectos da logística no e-commerce em conta, sua gestão será eficiente e os clientes ficarão satisfeitos. Para otimizar ainda mais os resultados, pense em estratégias de fidelização via internet, como envio de e-mails promocionais, ou mesmo um pós-venda, perguntando como foi a experiência de compra e questionando sobre pontos que precisam ser aperfeiçoados.
Gostou das nossas dicas sobre logística no e-commerce? Tem alguma dúvida? Deixe um comentário!

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Saiba o que pode estar causando e como resolver seus problemas com as entregas

problemas-com-as-entregasProblemas com as entregas não deveriam existir, mas são comuns em muitas empresas, principalmente quando não há gestão eficiente de entradas e saídas de mercadorias, monitoramento e gestão de devoluções. Em empresas grandes ou pequenas, a tecnologia torna os processos mais simples e diminuem os erros, mas como fazer isso? Separamos 3 problemas comuns e suas respectivas soluções.

3 problemas com as entregas comuns e como resolver

O motorista leva tempo demais para chegar ao destino

Esse é um dos problemas com as entregas que mais acontece. Quando essa demora tem causas concretas, como a distância ou problemas crônicos no trânsito local, isso não representa um transtorno, já que o cliente estará ciente e não ficará esperando pela carga antes do tempo previsto. A crise se dá quando esse atraso se traduz em um incomodo junto ao cliente, que fica esperando pelos produtos em determinado dia ou horário, mas eles não chegam. Nessa situação, o atraso do motorista pode ter principalmente duas causas: rotas mal formuladas ou desvios não programados. O primeiro passo, portanto, é identificar a origem do problema.

Rotas mal formuladas podem obrigar o motorista a fazer vai-e-vens desnecessários que, além de atrasos, representam prejuízos. Quando há o uso de um roteirizador isso dificilmente acontece, já que a ferramenta escolhe os melhores caminhos e otimiza o trabalho do motorista. Dessa forma, é possível prever e avisar o cliente a hora que provavelmente ele precisará ficar aguardando a chegada da encomenda.

Problemas com as entregas relacionados aos desvios não programados, por sua vez, são enfrentados e frequentes em muitas empresas. Por isso, mesmo que haja um roteirizador, é preciso ter também um sistema de monitoramento. Ele avisa quando há algum desvio ou parada não programada. Nesse momento, é possível comunicar-se com o motorista para entender o que aconteceu e avisar o cliente que haverá um atraso e explicar as causas. O objetivo é não só garantir que o motorista fará seu trabalho dentro do combinado, mas também permitir que ações paliativas nos casos de atrasos com motivação real.

Os produtos estão chegando com avarias

Outro caso de problemas com as entregas que pode ter causas diversas, por isso é preciso investigar antes de tomar alguma atitude. O primeiro passo é ver se o produto já está saindo do armazém com problemas ou se eles ocorrem durante o transporte. Se a causa estiver no armazém, verifique a forma com que eles estão armazenados, se não há pilhas grandes demais, se as máquinas não estão causando danos na embalagem, etc.

Se as avarias estão ocorrendo durante o transporte, o problema pode estar na embalagem. Tente fazer um reforço na proteção ou, caso sua empresa seja fabricante do produto, reveja a própria embalagem. Perdas pontuais são previstas, mas quando são recorrentes representam um problema grave.

O trajeto que o caminhão faz também pode fazer a diferença para não ter problemas com as entregas, já que não é interessante, por exemplo, que produtos muito frágeis sejam transportados por vias esburacadas. Rever a rota pode ser uma opção. Mesmo que o caminho seja mais longo, pode valer a pena.

Há muitas devoluções

Mais uma vez, é necessário fazer uma investigação sobre as causas das devoluções, que podem ser: avarias, inconsistências no momento do pedido, erros na separação, etc. A vantagem é que, nesse caso, há uma forma de reverter, ou pelo menos diminuir o erro. Sistemas que estabelecem a comunicação direta entre o motorista e a central permitem negociar no local da entrega para que o cliente fique com a parte correta da carga e receba vantagens no próximo pedido. Essa atitude representa uma economia significativa para a empresa distribuidora porque poupa o motorista de fazer uma nova entrega com todos os gastos que ela representa.
Conhece outros problemas com as entregas comuns? Divida com a gente.

Crédito da imagem: xenostral/ CC